Ah, Penelope, no fim da tarde beijo seus dedos machucados e afasto o sangue com minhas lágrimas. Ainda assim não te questiono porque não entendo de arte abstrata.
Tenho paixões momentâneas por idéias proibidas que como escondidas de Deus nascem de um gozo infinito cortadas logo em seguida pela raiz inexistente da re a li da de.
...na oferta parca do seu sorriso sóis no céus que se caem volumosos na oferta parca do seu sorriso sós as esperanças solitárias por opção na oferta parca do seu sorriso os rios em direção ao nada...
Ainda vou criar mundos cruzados de palavras esdrúxulas labirintos fugidios de imagens intocáveis habitos notívagos de insanos sentimentos... Palavras arranjadas em simbolismo tosco palavras orneando vasos ideais vazios pra evitar saber com todas as letras que não há nada pra ser dito.