Sei lá o que ele esfregava naquele sapato que tinha sobre a cabeça! Talvez limpasse o passado passando o pano em compasso com seus espasmos. Talvez se convertia em objeto direto subordinado ao sujeito que se sentia principal. Não sei. Eu me encontrava bastante preocupada concentrada com o problema do cabelo no meu rocambole. Caralho! Não há lugar decente no mundo...
A rosa que desabrocha serena entre os eclipses rotos de promessas sentidas, um parco minuto, entre a vida e a morte, e depois nem uma coisa nem outra, essa sensação só... isso.
A flor clandestina que brota na pele de amantes de botecos de esquina Em suores que pulsam ritmados pululando pus de vazios insaciáveis Em abismos que soluçam em luz de todas as cores. E doçura em violência escorre como caldo cromado pelas pontas das estrelas. São nossos delírios... dependentes químicos fictícios .