21 de junho de 2009

Raro liquefeito

A rosa que desabrocha serena
entre os eclipses rotos de promessas sentidas,
um parco minuto, entre a vida e a morte,
e depois
nem uma coisa nem outra,
essa sensação só...
isso.

2 comentários:

Thales disse...

um minuto gauche te rendeu esse poema lindo?

eu te admiro muito Taty!

beijos

Kamikaze Kiwi disse...

Oh, maldito desalento que me afoga!! Adorei...

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