Raro liquefeito

A rosa que desabrocha serena
entre os eclipses rotos de promessas sentidas,
um parco minuto, entre a vida e a morte,
e depois
nem uma coisa nem outra,
essa sensação só...
isso.

Comentários

Thales disse…
um minuto gauche te rendeu esse poema lindo?

eu te admiro muito Taty!

beijos
Kamikaze Kiwi disse…
Oh, maldito desalento que me afoga!! Adorei...

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