16 de julho de 2009

Café

Sei lá o que ele esfregava naquele sapato que tinha sobre a cabeça! Talvez limpasse o passado passando o pano em compasso com seus espasmos. Talvez se convertia em objeto direto subordinado ao sujeito que se sentia principal. Não sei. Eu me encontrava bastante preocupada concentrada com o problema do cabelo no meu rocambole.

Caralho! Não há lugar decente no mundo...

2 comentários:

Narradora disse...

Prarece que não existe mesmo...rsrsrsrsrs
Beijos

Kamikaze Kiwi disse...

Por qual mundo estranho tens andado?? Suas experimentações estão muito marotas e densas!!
Quando voltas pra cá??

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