Dialético

Que te importa
que eu tropece, que bata
os punhos na porta
que exporta, que expurga
ladainha negra, lodosa
que te importa,que te importa
se tuas classicas teorias claras
na sua cabeça sem vida
expliquem o que não me implica.
Batem no meu peito protegido de loucura
e se quebram na mais vã...
e se quebram e não mais vão...

Não aparece o que em mim perece
parece... só que padece.

Comentários

As oito disse…
sempre lindos, sempre tão intensos seus poemas...tuas palavras me inspiram a escrever de novo ;D
Cecília Borges disse…
é, pra eles, dentro é sempre segredo.
bj!
Narradora disse…
Gosto muito do seu jogo de palavras.
Mais um lindo poema.
Bjs
odair fernandes disse…
Tudo me importa! Estou devorando seus poemas a cada dia. A intensidade exige de mim uma reflexão que me torna viajante de suas palavras. Lindo! Lindo! Por isso demorei para aparecer, aliás nem apareço. Mereço! Merecem todos aprenderem com o que te sai da alma. Parabéns! Sempre!
O Profeta disse…
Teus olhos são sóis adormecidos
Perdidos no profundo da noite
Luzeiros na procura da aurora
Que viajam sem rumo ou norte

Procuram a ironia do tempo
Os gritos que um rosto apregoa
Uma taça de ouro frio
O tempo que uma alma magoa


Boa semana
Chá de Fita disse…
no seu blog me amarrei...

cada qual com as suas loucuras e teorias

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