Amava-a. Amava-a desesperadamente...

22:27

Amava-a. Amava-a desesperadamente, e bebia suas palavras em goles entrecortados de quem está gemendo de prazer. Amava-a, e minha cabeça era um templo de memórias não-visitadas... fazíamos amor nos lugares das idéias improváveis entre lógicas impublicáveis e gozávamos tristezas infinitas... e eu deitava a cabeça entre seus seios enquanto ela acariciava minha alma com seus dedos doces... e voltavamos a conversar pelo silêncio de olhos marejados de melancolia... e éramos duas...e éramos dois...

Nunca a vi...

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