11 de abril de 2008

Amava-a. Amava-a desesperadamente...

Amava-a. Amava-a desesperadamente, e bebia suas palavras em goles entrecortados de quem está gemendo de prazer. Amava-a, e minha cabeça era um templo de memórias não-visitadas... fazíamos amor nos lugares das idéias improváveis entre lógicas impublicáveis e gozávamos tristezas infinitas... e eu deitava a cabeça entre seus seios enquanto ela acariciava minha alma com seus dedos doces... e voltavamos a conversar pelo silêncio de olhos marejados de melancolia... e éramos duas...e éramos dois...

Nunca a vi...

5 comentários:

Lívia García disse...

não sabe como esse post fez sentido pra mim e definitivamente acariciou a minha alma, justamente, por nunca a ter visto.
Maravilhoso, de novo!

citadinokane disse...

Taty,
Muita facilidade para brincar com as palavras, hein?!
Obrigado pela visita, volte quando quiser, ok?
Beijos,
Pedro

Narradora disse...

"e voltavamos a conversar pelo silêncio de olhos marejados de melancolia... "
Texto poético. Achei lindo.
Bjs

Divinas Damas disse...

Olá!

Dica de boa leitura

Política com seriedade? Confira!

Blog: MOSAICO DE LAMA:
www.mosaicodelama.blogspot.com

Comu: POLÍTICA NÃO É LIXEIRA
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=30542704

Caso não goste, delete...

Cecília Borges disse...

Que delícia são as lógicas impublicáveis.
São nossas, somente nossas!
Um bj!!

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